SÁBADOS, ÀS 19H, NO BOM JESUS/IELUSC

Os Excêntricos Tenenbaums - 21/6



The Royal Tenenbaums (USA, 2001)

Direção por Wes Anderson
Roteiro de Wes Anderson e Owen Wilson
Produzido por Wes Anderson, Barry Mendel e Scott Rudin
Música Original de Mark Mothersbaugh
Direção de Arte por Carl Sprague
Edição de Dylan Tichenor

Elenco: Gene Hackman, Anjelica Huston, Ben Stiller, Gwyneth Paltrow, Luke Wilson, Owen Wilson, Bill Murray, Danny Glover, Seymour Cassel, Alec Baldwin, Grant Rosenmeyer, Jonah Meyerson.

Royal Tenenbaum (Gene Hackman) e sua esposa Etheline Tenenbaum (Anjelica Huston) tiveram três filhos, Chas (Ben Stiller), Margot (Gwyneth Paltrow) e Richie (Luke Wilson), e logo depois resolveram se separar. Com o passar dos anos cada um dos filhos demonstrou talentos diferentes, tornando-se todos bem-sucedidos. Chas logo em sua adolescência resolveu investir em bens, demonstrando um dom natural para finanças, enquanto que Margot se tornou uma escritora de sucesso e Richie um tenista profissional de sucesso. Mas toda a história de sucesso dos três jovens Tenenbaums é esquecida quando seu pai resolve reatar os antigos laços e lutar pelo amor de Etheline, que está prestes a se casar com seu contador, Henry Sherman (Danny Glover).

Cor, legendado, 110 min.

Jovem Frankenstein - 14/6



Young Frankenstein (USA, 1974)
Dirigido por Mel Brooks
Roteiro de Gene Wilder e Mel Brooks
Baseado no romance Frankenstein de Mary Shelley
Produção de Michael Gruskoff
Edição de John C. Howard
Música de John Morris

Elenco: Gene Wilder, Peter Boyle, Marty Feldman, Madeline Kahn, Cloris Leachman, Teri Garr, Kenneth Mars, Richard Haydn, Liam Dunn, Gene Hackman, Mel Brooks.

Numa faculdade de Medicina nos Estados Unidos o Dr. Frederick Frankenstein (Gene Wilder) é um professor que ensina sobre o sistema nervoso central. Um estudante lhe pergunta pelas pesquisas de Victor Frankenstein, seu avô. Frankenstein afirma que o trabalho do avô é o produto de alguém insano. Repentinamente chega Falkstein (Richard Haydn), que viajou 7 mil quilômetros para entregar ao Dr. Frankenstein o testamento de seu avó, que deixou para o neto um castelo na Transilvânia. Frankenstein vai para Transilvânia reivindicar a herança e é recebido por Igor (Marty Feldman), um corcunda vesgo cujo avô trabalhou para Victor Frankenstein. Acompanhados por Inga (Teri Garr), eles vão para o castelo e são recebidos por Frau Blücher (Cloris Leachman), uma mulher que tem um jeito tão assustador que faz os cavalos relincharem de susto. No meio da noite os três seguem um som que os leva até o laboratório de Victor Frankenstein, onde ele tentou dar vida aos mortos. Apesar de cético, Frankenstein lê as teorias do avô e percebe que elas podem funcionar e dá início às mais desastradas experiências.

P&B, legendado, 106 min.

O Sentido da Vida - 7/6



Monty Python's The Meaning of Life (UK, 1983)

Dirigido por Terry Jones e Terry Gilliam
Roteiro de Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin
Produzido por John Goldstone
Edição de Julian Doyle
Direção de Arte por Richard Dawking e John Beard
Música por John Du Prez

Elenco: Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin.

O humor corrosivo que caracteriza os filmes do grupo teatral Monty Python está afiadíssimo nas histórias de O Sentido da Vida. Nesse filme, a trupe de comediantes britânicos ganha a tela para satirizar a medicina, a igreja, os militares, o sexo, e tudo o que é levado a sério demais pelos seres humanos normais. A ousadia lhes valeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes. O Sentido da Vida mostra porque eles fazem sucesso há três décadas na TV e no cinema de todo o mundo. Monty Python começou na BBC de Londres em 1969 e logo se espalhou pelo mundo com suas apresentações ao vivo, livros e filmes. Este foi o último filme da trupe que se separou após este trabalho. Em seus filmes, já satirizaram desde Rei Arthur, símbolo máximo da nobreza, justiça e coragem britânicas (Monty Python e o Santo Graal, 1975), a Jesus (A Vida de Brian, 1979), personagem que dispensa apresentações.

Cor, legendado, 107 min.

As Invasões Bárbaras - 31/5



Les invasions barbares (CAN, 2003)

Escrito e dirigido por Denys Arcand
Editado por Isabelle Dedieu
Direção de arte de François Séguin e Caroline Adler
Fotografia de Guy Dufaux
Música de Pierre Aviat

Elenco: Rémy Girard, Stephane Rousseau, Marie-Josée Croze, Dominique Michel, Marina Hands, Dorothée Berryman, Louise Portal, Pierre Curzi e Yves Jacques.

Dezessete anos depois daquele jantar entre amigos, o casal Remy e Louise está separado e um câncer raro prenuncia a morte do professor. Vindo de Londres – onde leva uma bem-sucedida carreira no mercado financeiro – seu filho Sebastien é convocado para as despedidas e para uma reconciliação de idéias e atitudes com o pai. Neste filme, o mesmo elenco nos mesmos papéis reedita o jantar de idéias de O declínio do império americano e atualiza as discussões ideológicas, culturais, morais e políticas da virada do milênio, colocando sob perspectiva crítica as transformações da civilização em duas décadas. Em tons melancólicos e de pesar frente a valores que se perdem frente ao dinheiro, ao corporativismo e à corrupção, As invasões bárbaras venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2004 e rendeu os prêmios de melhor atriz (para Marie-Josée Croze) e melhor roteiro (para Arcand) em Cannes.

Cor, legendado, 112 min.

O Declínio do Império Americano - 10/5



Le déclin de l'empire américain (CAN, 1986)

Escrito e dirigido por Denys Arcand
Editado por Monique Fortier
Direção de arte de Gaudeline Sariol
Fotografia de Guy Dufaux
Música de François Dompierre

Elenco: Rémy Girard, Dominique Michel, Dorothée Berryman, Louise Portal, Pierre Curzi, Yves Jacques, Daniel Briere, Geneviève Rioux e Gabriel Arcand.

Quatro intelectuais trocam impressões sobre suas vidas sexuais enquanto preparam um sofisticado jantar. Ao mesmo tempo, suas quatro convidadas passam a tarde malhando e falando sobre as suas próprias experiências, numa espécie de diálogo simultâneo sobre o mesmo tema, ainda que em espaços diferentes. O que parece uma sucessão de histórias ora picantes, ora constrangedoras passa ao largo da comédia e esboça um panorama crítico – ainda que debochado – da intelectualidade ocidental nos anos 80, das idéias de individualidade, sucesso, razão, amor, sexo e liberdade. O enredo do filme amarra histórias reais recolhidas do cenário acadêmico pelo próprio Arcand e a hipótese de que a obsessão pela realização pessoal e pela satisfação dos prazeres tem levado a sociedade à decadência, teoria apresentada sob a forma de entrevista dentro do próprio filme.

Cor, legendado, 101 min.